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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Nova entrevista da Kristen para a TELE 5
Tele 5: Como os filmes da Saga Crepusculo afetaram a cultura pop?
Kristen Stewart: As pessoas não vão se esquecer de Crepusculo. Filmes que mexem tanto assim com você são escasos. E nós vemos que tem inspirado muitos outros filmes. Espero ser capaz de fazer parte de alguns.
T5: Conte-nos um pouco sobre Amanhecer. Há um casamento, lua de mel …
KS: Foi muito bom interpretar este amor infalível. Antes disso houve vezes que você se pergunta se estas duas pessoas vão conseguir . Desta vez eles estão incrivelmente perto, como uma família. Bella e Edward não são apenas namorados mas também estão profundamente ligados. Eles estão casados. É incrível ver como você lida com seus problemas.Como a crise se querem ter seu bebê ou não. Bella nunca foi tão vulnerável. E nunca foi tão irritada. Desta vez tudo é um pouco mais sério e sombrio.
Taylor Lautner concede entrevista exclusiva para o Fantástico
No próximo domingo (11), no Fantástico o repórter Álvaro Pereira Jr. entrevista Taylor Lautner, ator que ficou conhecido como o lobisomem Jacob da saga de vampiros Crepúsculo. A entrevista foi gravada no México e Taylor falou sobre seu mais recente desafio profissional, o protagonista que interpreta em Abduction, filme que entra em cartaz ainda neste mês nos Estados Unidos.
Patrícia Poeta ancora o Fantástico da cidade de Nova York, nos Estados Unidos. No dia exato em que os atentados completam 10 anos, o programa traz reportagens especiais feitas pela própria Patrícia Poeta, por Sonia Bridi e Marcos Uchoa, em memória aos ataques terroristas que chocaram o mundo em 2001. E ainda Zeca Camargo conversa com a cantora e compositora inglesa Joss Stone, que estará mês que vem no Brasil para se apresentar no Rock in Rio.
fonte:contigo Via: Twilight Fever
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Lily Collins fala sobre como foi beijar o Taylor em Abduction
A estrela de Abduction, Lily Collins, fala sobre o beijo do Taylor Lautner
Há apenas dois anos desde que a carreira de Lily Collins explodiu, mas a atriz de 22 anos já acumulou uma impressionante coleção de co-estrelas, incluindo Sandra Bullock e Julia Roberts. E, é claro, a grande estrela de Crepúsculo, Taylor Lautner, que estrela ao lado de Collins em Abduction.O centro do thriller é o personagem de Lautner, Nathan, que vai correr com sua colega Karen (Collins) para descobrir sua verdadeira identidade depois que descobre que ele realmente é uma criança desaparecida. Em antecipação ao lançamento no dia 23 de setembro, nós chamamos Collins para conversar sobre esse último papel, cheio de ação, fazendo suas próprias cenas de ação e… beijando Lautner.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Entrevista de Kristen para a Premiere Magazine
Kristen Stewart concedeu uma entrevista a revista Premiere da França ( veja o scan da revista aqui ) falando sobre o processo de gravação de Amanhecer.Confira agora abaixo a entrevista completa traduzida.


Premiere: O primeiro filme de Twilight foi uma história de amor adolescente, o segundo um triângulo de amor, e o terceiro quase um filme de guerra. Como você descreveria Amanhecer ?
Kristen Stewart: É mais um drama familiar. Ao contrário dos filmes anteriores, todos estão unidos na mesma. O início do filme apresenta um tom que contrasta fortemente com os outros, o que foi tão necessário a saga na minha opinião. É engraçado, leve, finalmente,vemos os personagens felizes. Claro, isso não vai durar …
Tradução: Rob e Kristen para “Premiere Magazine”
Entrevista com o Rob
Não querendo te pressionar, mas Kristen falou 6.
Eu tive que ficar mais tempo.
Eu tive que ficar mais tempo.
Houve algumas manhãs em que você acordou e pensou ‘Eu não acredito que nós ainda estamos filmando esse filme’?
Claro. Nós passamos dois meses gravando no mesmo lugar em frente a uma tela verde.
Claro. Nós passamos dois meses gravando no mesmo lugar em frente a uma tela verde.
Eu espero que tenha sido a cena de sexo!
Não! Essa a gente terminou em um dia. Não, nós tínhamos que filmar cenas em que nada acontece. Nós ficamos presos nesse lugar com neve falsa por todo o chão e nós passamos vários dias quase não falando nada, olhando uns aos outros nos olhos, tentando parecer o mais intensos possível.
Não! Essa a gente terminou em um dia. Não, nós tínhamos que filmar cenas em que nada acontece. Nós ficamos presos nesse lugar com neve falsa por todo o chão e nós passamos vários dias quase não falando nada, olhando uns aos outros nos olhos, tentando parecer o mais intensos possível.
Ninguém te disse que você estava fazendo parte de um experimento?
Foi exatamente isso. ‘Nós vamos colocar vocês nessa tela verde por 8 semanas pra ver qual desiste primeiro.’
Foi exatamente isso. ‘Nós vamos colocar vocês nessa tela verde por 8 semanas pra ver qual desiste primeiro.’
Mais após o intervalo.
Fonte: Twilighters.com.br
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Julia Jones fala sobre Robert em Entrevista Cosmo Magazine
Como você se envolveu na Saga Crepúsculo?
O diretor de elenco chamou e fui para audição com o diretor Eclipse, David Slade. Cerca de uma semana depois audição novamente, e logo um mês depois disso escutei que teria o papel, mas que eu não podia contar a ninguém por mais um mês.

Você era um fã dos livros antes de serem lançados nos filmes?
Li os livros quando fiz o teste, mas logo que ganhei o papel, eu li todos em uma semana e meia e eu me tornei uma grande fã
Como foi trabalhar com Robert Pattinson e Taylor Lautner?
Neste ponto bizarramente normal. Quando vamos trabalhar todos estão estão focados em seus papeis e na cena assim você não fica pensando neles como um galã – se sente mais como colegas. Isso me faz lembrar do fato de que eles são grandes estrelas em filmes o tempo todo com exceção de quando estão no trabalho.
Acha engraçado ver Rob e Taylor retratados como galãs? Como é andar no tapete vermelho ao lado desses dois?Neste ponto bizarramente normal. Quando vamos trabalhar todos estão estão focados em seus papeis e na cena assim você não fica pensando neles como um galã – se sente mais como colegas. Isso me faz lembrar do fato de que eles são grandes estrelas em filmes o tempo todo com exceção de quando estão no trabalho.
Eu não acho que é engraçado – eu entendo completamente! Nos eventos sempre posso dizer quando eles chegam porque as fãs gritam eu não acreditava ser humanamente possível, antes Crepúsculo.
E, finalmente, de que lado está: Team Edward ou Team Jacob?
Jacob!
Via e adaptação: Irmandade Robsten
O relacionamento de Taylor Lautner e Julia Jones
Em recente entrevista, Julia Jones falou um pouco sobre o relacionamento dela com nosso caramelinho Taylor Lautner e também do convívio de Jacob com Leah. Confiram abaixo:
Qual é a relação entre Jacob e Leah?
Jacob e Leah têm uma ligação muito próxima. É um pouco como família, mas também é uma parceria. Em Amanhecer, quando Jacob permite que ela se junte a seu bando, ele está dando a ela uma oportunidade para parar de sentir a dor que é estar junto de Sam o tempo todo. Eu acho que a sua gratidão por isso e sua capacidade de entender a sua dor por Bella te dá força também.
Jacob e Leah têm uma ligação muito próxima. É um pouco como família, mas também é uma parceria. Em Amanhecer, quando Jacob permite que ela se junte a seu bando, ele está dando a ela uma oportunidade para parar de sentir a dor que é estar junto de Sam o tempo todo. Eu acho que a sua gratidão por isso e sua capacidade de entender a sua dor por Bella te dá força também.
No romance, Leah é muito protetora com o Jacob. Você é protetora com o Taylor?
Eu realmente me sinto protetora com o Taylor. Ele é tão maduro em uma série de maneiras que não parece que ele precisa de proteção, mas de vez em quando me lembro do fato de que ele ainda é muito jovem. Eu adoro o Taylor, então faz sentido que eu queira que ele seja feliz e seguro.
Eu realmente me sinto protetora com o Taylor. Ele é tão maduro em uma série de maneiras que não parece que ele precisa de proteção, mas de vez em quando me lembro do fato de que ele ainda é muito jovem. Eu adoro o Taylor, então faz sentido que eu queira que ele seja feliz e seguro.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Robsten na Capa da Premiere (França) + Entrevista Traduzida
"Novas imagens do filme e da entrevista quarta-feira. "
O ator falou nos bastidores do quarto filme, um filme que é tão louco quanto o filme. Foi uma experiência intensa que mudou a estrela.
"Passamos dois meses filmando tudo na mesma sala, na frente de uma tela verde."
Assim como parte de BD 1 vem em pouco menos de dois meses, Robert Pattinson, em uma longa entrevista com a revista Premiere, mais uma vez as filmagens do quarto filme da Saga Crepúsculo. Que podem ser incomum de gravação (a Lua de Mel, com cenas rodadas no Brasil, os fãs vão ...enlouquecer), e acabou sendo uma experiência intensa. Na verdade, Twilight 4 Part toma um rumo sério e não hesitou em mostrar cenas de sexo e sangue. Você lê-lo. "Aqueles que encaram algum filme adolescente como banal , vai ver este se tornar um "drama estranho e de aventura, por vezes, para o horror", ele confessa Premiere Pattinson antes advertindo que "o público terá o valor de seu dinheiro."
Nesta entrevista, ele admite ser surpreendido todos os dias pelo rumo dos acontecimentos, registrados. Durou oito meses, mas o produto final vai valer a pena. Nenhum filme deste tamanho se atreveria a assumir tais riscos ", valoriza o ator que piadas sobre ter se tornado um especialista em 'Cesaréia Oral" (aqueles que leram o livro vao entender) e porque ele foi a cobaia em um experimento bizarro . Algo que David Cronenberg não desaprova.
O Ator 25 anos tem muitas histórias e segredos. Como gravações e se tornou o mais próximo do lançamento final dele. Rob fala sobre a cena improvável, o último dia de filmagem e Kristen Stewart. Ela também foi entrevistada pela revista. Ela também confirma o sentimento de mistério no set, "às vezes eu me senti como Bill Murray em Feitiço do Tempo".
Nesta entrevista Pattinson quebra sua imagem moles, os filmes parecem ser presos nele. Ele ainda arrasta multidões por onde passa. (Ele fala um pequeno acidente no Brasil poderia ter sido um filme por si só.) Mas ele coloca alguma distância entre ele ea histeria dos fãs e não quer ser pego em um fenômeno que é maior do que eles.
Assim, quando os compromissos de BD terminarem, perdoem os Twihard que provavelmente ficaraoindignado com as liberdades que o filme levou o livro de Stephenie Meyer. Liberdades Bill Condon no comando dos filmes, ele aceitou. Algo que você nunca se atreveu a fazer seus antecessores.
"Muito triste" para os fãs, Rob disse. Eles terão que segui-los de qualquer maneira. O filme é tão louco, ele perguntou a equipe 'Você tem certeza de que estamos filmando Twilight? É suposto ser inofensivo para mais de 13 anos? "
Fonte
domingo, 4 de setembro de 2011
Entrevista do elenco de Amanhecer para o Screenslam – Legendado
Confiram a seguir mais um vídeo legendado pela equipe Robert Pattinson Brasil. Durante a promoção de Amanhecer – parte 1 na Comic con que ocorreu em San Diego, Robert Pattinson, Kristem Stewart e Taylor Lautner falam sobre como foram as gravações para o penúltimo filme da estreia nos cinemas e Robert, em especial, comenta como foram as gravações ano passado no Rio de Janeiro.
Fonte Via
Fonte Via
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Perguntas de Moda e Beleza com a Ashley no catálogo da Mark
Qual é sua coisa favorita sobre a temporada de outono?
- Fashion Week em New York é uma das minhas coisas favoritas sobre a temporada. eu sempre estou animada para ver as últimas coleções e tendências. Me dá inspiração para o que vestir tanto para meu guarda-roupa pessoal quanto looks no tapete vermelho.
Como sua rotina de beleza muda do verão para outono?
- Mesmo que eu sempre mantenha minha rotina bem minimalística eu costumo experimentar com maquiagem mais no outono e inverno do que nos quentes meses de verão. Outono é a época para um olho, esmalte e cor de lábiomais dramáticos, e preparar o bronzeador depois que o bronzeado natural do verão desapareça!
Quais as peças-chave nas quais você conta para te manter elegante e confortável ao passar das estações?
- Um ótimo cardigan e tights são minhas peças transitórias. Combinadas com um vestido de verão, seu guarda-roupa vai de verão para outono sem gastar uma fortuna em novas roupas.
Como você faz a tendência de roupa masculina funcionar para você?
- Meu primeiro conselho, com qualquer tendência, é conhecer seu próprio corpo porque nem todas elas são certas para você. A tendência masculina pode ser particularmente difícil, mas acho que a chave é dar um toque feminino. Por exemplo, tente um palitó mais ajustado com uma silhueta mais sexy e um ótimo salto.
via
- Fashion Week em New York é uma das minhas coisas favoritas sobre a temporada. eu sempre estou animada para ver as últimas coleções e tendências. Me dá inspiração para o que vestir tanto para meu guarda-roupa pessoal quanto looks no tapete vermelho.
Como sua rotina de beleza muda do verão para outono?
- Mesmo que eu sempre mantenha minha rotina bem minimalística eu costumo experimentar com maquiagem mais no outono e inverno do que nos quentes meses de verão. Outono é a época para um olho, esmalte e cor de lábiomais dramáticos, e preparar o bronzeador depois que o bronzeado natural do verão desapareça!
Quais as peças-chave nas quais você conta para te manter elegante e confortável ao passar das estações?
- Um ótimo cardigan e tights são minhas peças transitórias. Combinadas com um vestido de verão, seu guarda-roupa vai de verão para outono sem gastar uma fortuna em novas roupas.
Como você faz a tendência de roupa masculina funcionar para você?
- Meu primeiro conselho, com qualquer tendência, é conhecer seu próprio corpo porque nem todas elas são certas para você. A tendência masculina pode ser particularmente difícil, mas acho que a chave é dar um toque feminino. Por exemplo, tente um palitó mais ajustado com uma silhueta mais sexy e um ótimo salto.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Entrevista traduzida da Kristen Stewart para a W Magazine
Mulher no Limite
Kristen Stewart de Twilight fala sobre crescer, se casar e ter um filho – ao olhar de milhões.
Lynn Hirschberg: Todos te conhecem como Bella Swan, a heroina da série Twilight, cuja penúltima parte, ‘Amanhecer I’ estréia em 18 de Novembro. O que o público talvez não saiba é que você atua desde que era criança. Como você começou?
Kristen Stewart: É estranho, porque eu seria a última pessoa na minha escola a estar em peças, mas eu fui forçada a cantar uma música em uma coisa de escola. Eu cantei uma canção ‘dreidl’ (canção judaica), o que é engraçado pra mim. Eu nunca celebrei Hanukkah—isto não estava em minha educação, mas era algo do tipo onde todos tem que escolher uma música ou participar de alguma forma no refrão. Não era a típica canção dreidl; eu não consigo lembrar as palavras, mas era uma canção mais séria. Ela era enorme, foi realmente honrado. E foi como eu conheci meu agente, que estava no público. Eu tinha 8 anos. Eu tinha 9 quando fiz o primeiro filme ,’The Safety of Objects’.
Você fez algum comercial ou você foi direto nos filmes?
Eu fiz dois comerciais, uma para a Porsche, mas definitivamente eu não era o tipo de criança que seria escalada para um comercial ou qualquer coisa de TV que você procura quando criança. Eu não era o tipo de criança que estaria nessas coisas que crianças assistem. Eu não era fofinha.
Em 1990 David Fincher te escalou como a filha da Jodie Foster em ‘O Quarto do Pânico’. Ele gosta de fazer dúzias de takes para cada cena. Foi difícil, como uma criança?
Eu não percebi que 80 takes não era normal. Mas foi engraçado: alguns dos meus momentos de maior orgulho em sets são de ‘O Quarto do Pânico’. Minha personagem tinha convulsões. Ser apta a dizer, que eu tinha 10 anos de idade e que quebrei toda as veias sanguineas no meu olho em um take, é legal. Foi divertido.Você tinha uma qualidade moleca, o que não era normal. Eu tenho irmãos, e aquela tal-chamada qualidade moleca era algo que eu era mortalmente auto-consciente quando era mais nova. Eu era tipo ‘Não era sou uma garota.” Na verdade ainda tenho vergonha de falar isto. Mas isto te separa das outras jovens atrizes. E te fez mais interessante. Eu não sei o que dizer. Eu apenas sabia que queria trabalhar. E eu fiz. Eu estava trabalhando quando li o roteiro de ‘Crepúsculo’. Eu li o roteiro antes de ler o livro. Na verdade eu fiz o teste antes de ler o livro, o que foi meio louco. Óbvio, eu devorei todos os quatro livros ao longo dos três anos, mas inicialmente eu não sabia de ‘Crepúsculo’ era algo tão grande.
Você tem um interesse particular em vampiros? Todas as garotas novas gostam de vampiros.
Eu me amo como vampira (risos). Eu tinha 17 anos quando li ‘Crepúsculo’, e na época foi perfeito para mim. O roteiro era sobre jovens que acham que podem aguentar coisas que eles não podem. E eles fazem isto de qualquer forma. Porque, porque não? Apenas se torturar. Vampiros são um pouco perigosos – e nós garotas gostamos de nos testar.
fonte:wmagazine | via:kristenstewartbrasil
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Nova/Velha entrevista Robsten no Comic Con
Transcrição:
Kristen: É realmente como no livro. É incrível o que aconteceu um tempo agora, é mais uma questão de vida ou morte. Embora eu esteja, você sabe, grávida de um bebê demônio.
- Foi estranho filmar o casamento?
Rob: Sim, foi um pouco estranho tudo o que eu tinha que fazer era esperar e ver Bella enquanto ela caminhava para o altar. Kristen com muita coisa a fazer e eu só tenho que ficar parado. Foi um pouco embaraçoso. Mas foi divertido, foi bonito. Eu sinto que propôs a Bella até 40 vezes ao longo da série e é bom ter essa conclusão.
- Ela finalmente disse "sim".
Rob: aha ..
-Você acha que este é o livro mais difícil de trazê-lo para a tela grande?
Taylor: Com certeza. Se .. Foi um grande desafio. Muitas coisas difíceis de projeto, Jacob passa por muitas coisas. Seu objetivo numero um sempre foi estar com Bella e, claro, não é isso que realmente acontece, então a partir do início do filme até que as mudanças finais muito. Isto forçou-os a amadurecer.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Entrevista do Jackson para o AVClub.com
Não importa o quão famoso artistas ficam, eles inevitavelmente vão lembrar do começo - mesmo que tenha sido desastroso, maravilhoso ou absurdamente estranho. Gotta Start Somewhere deixa embaraçoso quando perguntam sobre esses momentos para os artistas sobre a primeira vez em um palco. Nessa edição, The A.V. Club fala com a estrela de Crepúsculo e membro da banda 100 Monkeys, Jackson Rathbone, antes de seu show na terça-feira no House Of Blues.
Jackson Rathbone: Minha primeira performance, eu estava no jardim de infância. Estava vivendo em Norway na época, era um lugar chamado Stavanger, indo para a escola internacional ISS. Meus pais viveram lá por quatro anos quando eu era criança.
Enfim, eu dublei e dancei “Chantilly Lace” do The Big Bopper sozinho, e levei o telhado abaixo. Não me lembro muito, mesmo. Eu sei que eu tinha um cabelo penteado para trás e arregacei as mangas como se eu tivesse cigarros ali. Sempre amei esse tipo de música, mesmo, quando eu era uma pequena criança.
The A.V. Club: Sua professora ou seus pais te encorajaram a fazer esse show de talentos?
JR: Sempre fui o palhaço da turma. Minha mãe sempre diz que ela sempre recebia ligações do diretor, todos os anos, falando sobre como eu era uma criança problemática. Sempre atuei na sala e fazia palhaçadas para as outras crianças darem risada. Então, acho que foi idéia da professora sobre eu fazer uma performance.
AVC: Ela não deixava isso barato.
JR: E nem deveria. É uma droga, uma merda.
AVC: Por que “Chantilly Lace”?
JR: Existe alguma coisa para não se amar nisso? Começa com aquele
telefone tocando e então "alôôôôô baby" naquela voz profunda. É tão engraçado, e bem teatral. Faz você querer torcer os lábios, especialmente com a letra que contém "a pé e balançando/faz o mundo
girar, redondo, redondo." Nos anos 50, eles sabiam como escrever um hit pop. The Big Bopper era um dj de rádio, e esse foi seu grande single antes de seu fim naquele avião com Ritchie Valens e todo mundo. Acho que eu adoro música daquele período, também, porque meus pais eram extremamente conservadores. Eu não podia ouvir outro tipo de música enquanto crescia. Eu fugia para a casa dos meus amigos para ouvir seus CDs de rap. Cresci com blues e Muddy Waters, embora não seja material do tempo. Eu estava ouvindo músicas que eram 40 ou 50 anos mais velhas que aquele período.
AVC: O como foi seu primeiro show com toda a banda?
JR: Estive em minha primeira banda quando tinha 15 ou 16 anos. Foi antes de eu poder dirigir, ou antes de eu ter a licença pelo menos.
Foi uma banda de punk com três elementos chamada Sink Full Of Naked Barbies. Nunca gravamos uma música, e isso provavelmente é uma coisa boa. Não éramos muito bons. Eu tocava baixo e a voz de fundo. Foi praticamente material de vocalista, mas fizemos alguns covers de Bouncing Souls e “When I Come Around” do Green Day. Acho que fizemos algumas do Dookie. Seria uma música que eu ouviria no repetir, no meu quintal da frente. Então entrei nessa horrível banda acústica de quatro membros chamada Forever Questioned. Era quase emo. Odiei aquela banda. Fiquei por umas duas semanas, e não aguentava mais. Também fui DJ. Fui através do DJ Joyride. Não sei porque. De volta quando eu era criança no Texas, parecia uma boa idéia. Entrávamos no carro e viajamos por Midland, Texas.
AVC: Você era um DJ de rádio ou de clube?
JR: Eu era um dj móvel. Minha primeira mixagem era só por diversão. Eu tinha 14 anos e um irmão do meu melhor amigo era DJ e então ele deixou de ser, mas ele tinha todas as coisas, então nós pensamos "vamos ligar isso e ser DJ na festa dos nossos amigos." Outros pais acharam a idéia legal e disseram "se você tocarem na nossa festa vamos te dar $50 por hora." Isso era incrível para nós, então fizemos. Nessa época tínhamos 16 anos, e estávamos ganhando $150 a hora. Fui dj no baile da minha irmã, meu baile, casamentos, quinceaneras - nunca fiz bar mitzvahs, porque não tinham muitas famílias de judeus em Midland, Texas. Fiz todo o resto, embora. Ser DJ era divertido, e me ajudou no que fazer com a 100 Monkeys. Escrevemos nosso set list antes de entrar no palco então sentimos as bandas de abertura e o público. Temos muita troca de instrumentos, então tentamos e vemos o que a música propõem, como se deveríamos fazer uma linha de três com um instrumento logo no começo, ou trocamos bastante? Isso me leva aos meus dias de DJ.
AVC: quais eram as suas melhores mixagens que traziam a casa abaixo?
JR: “Are You Ready" do DJ Flex. E fala basicamente "vocês estão prontos?" em uma casa de Chicago. Eu rodava e misturava com - eu gravava o tempo todo - uma gravação de Sesame Street. Nessa gravação, existia uma música que dizia, "Você está pronto para ouvir a história agora?" Então juntei isso e toquei com esse conto de fadas, e voltava então sempre tinha isso tocando em volta. Era como uma música dançante infantil. Esse era o tipo de coisa que eu gostava muito como DJ, ajudando as pessoas a se divertirem e tocar algo em que elas poderiam dançar.
Carl Cox foi um dos meus favoritos para tocar, junto com Basement Jaxx. Gatecrashers que era uma série ótima. Eu tinha uma gravação muito obscura enquanto eu estava em Dallas e visitei minha irmã em um colégio lá. Começa com o barulho de um helicóptero. É desse cara Sal Dano, e se chama “Hands Up.” Adorava tocar essa. Tinha essa batida doente, como se não estivesse em linha reta no chão, e tinha balanço, então trabalhou bem com Carl Cox. Coloquei Peanut Butter Wolf também, só para misturar.
AVC: Então como você mudou de poder ouvir exclusivamente músicas dos anos 50 quando tinha 4 anos para ouvir músicas tecno aos 14 anos?
JR: Foi uma dessas coisas. Existiram muitas influências diferentes na minha vida. Quando meus avós faleceram, meu pai me deu seus discos antigos. Eu tinha mais ou menos 10 anos, e era tudo música antiga dos
anos 50. Meu pai gostava de blues e minha mãe adorava musicais. Minha irmã gostava de techno e house. O primeiro cd que comprei com meu próprio dinheiro... As pessoas em Dallas gostavam muito de rap e hip- hop, e eu não tinha idéia de nada sobre isso. Fiz minha mãe me levar até uma loja, e eu não tinha idéia do que comprar, mas eu queria me encaixar com as pessoas que gostavam de Westside Connection, e enfim. Então comprei The Source Presents Hip Hop Hits: Volume 1. Tinha Wyclef cantando “Stayin’ Alive.” Esse é um dos meus covers favoritos. Então isso é mais ou menos como segui. Viajei muito quando era criança - nos mudávamos a cada dois anos mais ou menos - então peguei muitas influências. Eu tinha gostos muito ecléticos.
Jackson Rathbone: Minha primeira performance, eu estava no jardim de infância. Estava vivendo em Norway na época, era um lugar chamado Stavanger, indo para a escola internacional ISS. Meus pais viveram lá por quatro anos quando eu era criança.
Enfim, eu dublei e dancei “Chantilly Lace” do The Big Bopper sozinho, e levei o telhado abaixo. Não me lembro muito, mesmo. Eu sei que eu tinha um cabelo penteado para trás e arregacei as mangas como se eu tivesse cigarros ali. Sempre amei esse tipo de música, mesmo, quando eu era uma pequena criança.
The A.V. Club: Sua professora ou seus pais te encorajaram a fazer esse show de talentos?
JR: Sempre fui o palhaço da turma. Minha mãe sempre diz que ela sempre recebia ligações do diretor, todos os anos, falando sobre como eu era uma criança problemática. Sempre atuei na sala e fazia palhaçadas para as outras crianças darem risada. Então, acho que foi idéia da professora sobre eu fazer uma performance.
AVC: Ela não deixava isso barato.
JR: E nem deveria. É uma droga, uma merda.
AVC: Por que “Chantilly Lace”?
JR: Existe alguma coisa para não se amar nisso? Começa com aquele
telefone tocando e então "alôôôôô baby" naquela voz profunda. É tão engraçado, e bem teatral. Faz você querer torcer os lábios, especialmente com a letra que contém "a pé e balançando/faz o mundo
girar, redondo, redondo." Nos anos 50, eles sabiam como escrever um hit pop. The Big Bopper era um dj de rádio, e esse foi seu grande single antes de seu fim naquele avião com Ritchie Valens e todo mundo. Acho que eu adoro música daquele período, também, porque meus pais eram extremamente conservadores. Eu não podia ouvir outro tipo de música enquanto crescia. Eu fugia para a casa dos meus amigos para ouvir seus CDs de rap. Cresci com blues e Muddy Waters, embora não seja material do tempo. Eu estava ouvindo músicas que eram 40 ou 50 anos mais velhas que aquele período.
AVC: O como foi seu primeiro show com toda a banda?
JR: Estive em minha primeira banda quando tinha 15 ou 16 anos. Foi antes de eu poder dirigir, ou antes de eu ter a licença pelo menos.
Foi uma banda de punk com três elementos chamada Sink Full Of Naked Barbies. Nunca gravamos uma música, e isso provavelmente é uma coisa boa. Não éramos muito bons. Eu tocava baixo e a voz de fundo. Foi praticamente material de vocalista, mas fizemos alguns covers de Bouncing Souls e “When I Come Around” do Green Day. Acho que fizemos algumas do Dookie. Seria uma música que eu ouviria no repetir, no meu quintal da frente. Então entrei nessa horrível banda acústica de quatro membros chamada Forever Questioned. Era quase emo. Odiei aquela banda. Fiquei por umas duas semanas, e não aguentava mais. Também fui DJ. Fui através do DJ Joyride. Não sei porque. De volta quando eu era criança no Texas, parecia uma boa idéia. Entrávamos no carro e viajamos por Midland, Texas.
AVC: Você era um DJ de rádio ou de clube?
JR: Eu era um dj móvel. Minha primeira mixagem era só por diversão. Eu tinha 14 anos e um irmão do meu melhor amigo era DJ e então ele deixou de ser, mas ele tinha todas as coisas, então nós pensamos "vamos ligar isso e ser DJ na festa dos nossos amigos." Outros pais acharam a idéia legal e disseram "se você tocarem na nossa festa vamos te dar $50 por hora." Isso era incrível para nós, então fizemos. Nessa época tínhamos 16 anos, e estávamos ganhando $150 a hora. Fui dj no baile da minha irmã, meu baile, casamentos, quinceaneras - nunca fiz bar mitzvahs, porque não tinham muitas famílias de judeus em Midland, Texas. Fiz todo o resto, embora. Ser DJ era divertido, e me ajudou no que fazer com a 100 Monkeys. Escrevemos nosso set list antes de entrar no palco então sentimos as bandas de abertura e o público. Temos muita troca de instrumentos, então tentamos e vemos o que a música propõem, como se deveríamos fazer uma linha de três com um instrumento logo no começo, ou trocamos bastante? Isso me leva aos meus dias de DJ.
AVC: quais eram as suas melhores mixagens que traziam a casa abaixo?
JR: “Are You Ready" do DJ Flex. E fala basicamente "vocês estão prontos?" em uma casa de Chicago. Eu rodava e misturava com - eu gravava o tempo todo - uma gravação de Sesame Street. Nessa gravação, existia uma música que dizia, "Você está pronto para ouvir a história agora?" Então juntei isso e toquei com esse conto de fadas, e voltava então sempre tinha isso tocando em volta. Era como uma música dançante infantil. Esse era o tipo de coisa que eu gostava muito como DJ, ajudando as pessoas a se divertirem e tocar algo em que elas poderiam dançar.
Carl Cox foi um dos meus favoritos para tocar, junto com Basement Jaxx. Gatecrashers que era uma série ótima. Eu tinha uma gravação muito obscura enquanto eu estava em Dallas e visitei minha irmã em um colégio lá. Começa com o barulho de um helicóptero. É desse cara Sal Dano, e se chama “Hands Up.” Adorava tocar essa. Tinha essa batida doente, como se não estivesse em linha reta no chão, e tinha balanço, então trabalhou bem com Carl Cox. Coloquei Peanut Butter Wolf também, só para misturar.
AVC: Então como você mudou de poder ouvir exclusivamente músicas dos anos 50 quando tinha 4 anos para ouvir músicas tecno aos 14 anos?
JR: Foi uma dessas coisas. Existiram muitas influências diferentes na minha vida. Quando meus avós faleceram, meu pai me deu seus discos antigos. Eu tinha mais ou menos 10 anos, e era tudo música antiga dos
anos 50. Meu pai gostava de blues e minha mãe adorava musicais. Minha irmã gostava de techno e house. O primeiro cd que comprei com meu próprio dinheiro... As pessoas em Dallas gostavam muito de rap e hip- hop, e eu não tinha idéia de nada sobre isso. Fiz minha mãe me levar até uma loja, e eu não tinha idéia do que comprar, mas eu queria me encaixar com as pessoas que gostavam de Westside Connection, e enfim. Então comprei The Source Presents Hip Hop Hits: Volume 1. Tinha Wyclef cantando “Stayin’ Alive.” Esse é um dos meus covers favoritos. Então isso é mais ou menos como segui. Viajei muito quando era criança - nos mudávamos a cada dois anos mais ou menos - então peguei muitas influências. Eu tinha gostos muito ecléticos.
terça-feira, 17 de maio de 2011
ROB FALA DA VIDA PESSOAL,EDWARD,AMANHECER,COSMÓPOLIS E BEL AMI.
Cliquem nos scans para ver maior!
Onde é sua casa?
“Eu não tenho uma. Ou melhor, eu tenho a casa de meus pais em Londres, mas meu quarto se tornou uma espécie de armazém onde eu deixo as coisas que eu não posso levar comigo. Eu não posso levar muitas coisas, 2 ou 3 bolsas, no máximo. É por isso que eu sempre uso as mesmas roupas.
Vamos ver você em “Breaking Dawn” parte 1 e 2 em breve.
“Eles são os filmes mais pesados da série, e me pergunto como eles serão distribuídos com uma classificação PG 13 (livre). Há um monte de cenas de sexo e de tantas outras coisas que não são adequadas para crianças” (o seu olhar fica malicioso e alegre)
Como você é semelhante a Edward?
“Nós dois achamos que sexo sem amor não faz sentido”
E se lhe pedissem para continuar interpretando esse papel?
“Esse é um capítulo encerrado. Acabei de terminar as filmagens ‘Bel Ami’ onde eu interpreto um sedutor, cínico, alpinista social. Então eu vou ser o personagem principal de ‘Cosmopolis’, de David Cronemberg. Eu vou fazer o papel de um milionário americano que, dentro de 24 horas em Manhattan, vive a sua descida ao inferno. Eu ainda não posso acreditar que eu vou trabalhar com um diretor como Cronemberg. E eu até queria parar de atuar depois de ‘Harry Potter e O Cálice de Fogo’!! Ninguém me queria, enquanto meus amigos músicos estavam começando a assinar seus primeiros contratos e ganhar algum dinheiro. Então me foi oferecido o papel de Salvador Dalí em ‘Little Ashes’. Depois desse filme eu percebi que realmente gostava de atuar e coloquei a música de lado.”
Então você não vai interpretar um papel romântico nunca mais?
“Nunca diga nunca. Mas eu preciso mudar um pouco, caso contrário ou o público e ou eu ficaremos entediados eventualmente.”
Pânico: já estamos órfãos por causa de Leonardo Di Caprio, seremos órfãos por causa dele também? Seria um pedaço ruim da notícia, já que estou entrevistando o herói romântico Pattinson no dia do casamento romântico entre William e Kate. Eu nem sequer tenho tempo para terminar a frase e ele pergunta:
“Como foi casamento real? Eles já beijaram?”
Sim, o tipo de beijo você e Kristen compartilharam em público… E há a volta o seu sorriso educado e irresistível, enquanto ele explica:
“Tenho evitado este tema há anos, mas posso dizer que adoro grandes histórias de amor”.
Fonte: Robsten Sensation
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